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Joni Bigoo
O que dizer de um projeto de oficinas e cursos permanentes de formação de mão de obra para o audiovisual? E se essas oficinas levarem em <a href="http://essayshelp.org/">essay help</a> [http://custom-essay-writing-service.org/custom-research-papers.php|research paper help] conta todo o cabedal de conhecimento dos artistas locais para repassar a comunidade, principalmente aos jovens? E se elas forem oferecidas gratuitamente?
Essa é a proposta da OCA – Opção de Cinema da Amazônia que tem como esteio para o início destes trabalhos a produção cinematográfica do longa metragem ...Do Filho..., uma ficção policial baseada em fatos reais que ocorreram no Estado, dirigida e roteirizada por Joni Bigoo.
Segundo ele, o filme terá todos os ingredientes que compõem uma obra do gênero: explosões, perseguições de veículos e muito tiroteio “a proposta é acompanhar as produções no nível exigido pelo público e entrar no cinema nacional por cima do tapete vermelho”, diz.
Sobre a OCA, o diretor acrescenta que as oficinas sertão ministradas aproveitando os artistas locais e apenas importando oficineiros quando não houver a especialidade no Amapá, tais como roteiristas, continuistas, iluminadores, diretores de arte e outros que compõem uma equipe técnica para a produção de filmes, documentários e outros. Todos os formados serão aproveitados nas próximas obras cinematográficas da entidade e entregues ao mercado para prática e aprimoramento.
No entanto salienta que a produção do filme é imprescindível para avaliar os artistas e técnicos do estado e também para captar interessados no segmento. “O lado ruim do cinema é que precisamos de artistas de todas as outras áreas, por outro lado isso é muito bom pois poderemos divulgar o trabalho de todos eles”, garante.
...Do Filho... Terá a participação de mais de 150 artistas residentes no estado, entre atores, músicos, artesãos, artistas plásticos, grupos de dança e etc. Apesar de ser um filme policial, o cotidiano da cidade terá destaque, como o parque do forte, a orla da cidade, o curiaú e imagens aéreas apresentarão um belo visual da cidade.
Musicas como Asas de Juruti, de Osmar Júnior e Fernando Canto; Dentre todas as capitais, de Rambolde Campos; Ponte do Copala, do Café Nevada; Quem é polícia, quem é bandido, de Sandro Gaia, entrarão na sonoplastia do filme, bem como, obras de outros artistas, como Naldo Maranhão, Nivito e Zé Miguel (este, inclusive, terá uma participação como ator), também comporão a trilha do filme.
Entre os atores, estão cogitadas as participações de Cláudio Silva, Etiene Mazze, Washington Silva, Jackson Amaral, Alcemir Araújo, Rechene Amim, Sol Pelaes, Waldez Mourão, com participações especiais de Tina Araújo, Jefferson Fassi e Zé Miguel.
Obras de artistas plásticos e artesãos locais comporão o cenário e o figurino da produção, passando ainda pela gastronomia local, enfatizando o açaí como camarão, o tacacá e outras iguarias e pratos típicos. “Faremos do filme um grande trabalho integrando a diversidade sócio-cultural amapaense que com toda certeza enaltecerá o Estado para o mundo, considerando que após sua exibição no circuitão, lançaremos o DVD com bastidores e extras, nas versões inglês e francês.
Ao mesmo tempo em que estaremos criando um segmento novo na Amazônia, que pretende se industrilizar ao longo das próximas produções, também estaremos oportunizando aos jovens uma profissão com extensão de carreira no audiovisual nacional e internacional, a exemplo de muitos atores e técnicos brasileiros já “exportados” para esses mercados.
Com a intenção de se aproximar dos órgãos do governos e dos empresários para que não se furtem a contribuírem com o projeto, foi preparado um trailer que pode ser assistido no You Tube, na URL http://www.youtube.com/watch?v=DAMK2ngax48 de maneira apresentar um pouco da proposta e qualidade dos atores e técnicos envolvidos no filme.
Segundo Bigoo, “produção tem um custo baixíssimo considerando o que se propõem, cerca de R$ 250,00, quando um filme de baixo orçamento no Brasil não fica abaixo de 1 milhão e meio, e esse orçamento ficará no estado, sem evasão de divisas, e ainda proporcionando a toda a comunidade a conhecer e até participar da magia do Cinema.
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